Alimentação e Câncer

As pessoas com câncer geralmente ficam debilitados pelo esforço exigido pelo organismo para reagir à doença e aos tratamentos, e também pela própria imunidade do organismo, que fica baixa e suscetível a infecções. Independente do tipo do câncer, o tratamento é sempre longo e delicado.


Uma das consequências mais frequentes nos tratamentos do câncer é a desnutrição, que é resultado da redução da ingestão de alimento e alterações metabólicas provocados pelo tumor e pelo próprio tratamento.
Para diminuir esses sintomas e evitar outras doenças é indicado um tratamento multidisciplinar, que inclui, o acompanhamento do especialista em Nutrição.
Quando o paciente se alimenta corretamente irá se sentir melhor e mais forte, além de manter ou recuperar o peso, tolerar melhor os tratamentos e os efeitos colaterais, diminuir o risco de infecção, evita interrupção para as sessões de quimio/radio e melhorar a cicatrização nos casos de cirurgias.
A avaliação nutricional de pacientes com câncer deve ser realizada de forma individual, levando-se em consideração, suas necessidades nutricionais, restrições dietéticas, tolerância.
A prevalência global de desnutrição em pacientes com câncer chega a 90% dos casos, dependendo do tipo e localização do tumor. Essa estatística é tão alta porque muitos médicos esquecem de aliar ao tratamento da doença uma dieta equilibrada. 
A escolha da estratégia nutricional pode variar desde a orientação nutricional nos primeiros estágios preventivos do diagnóstico, até a implementação de nutrição enteral (por sonda) em pacientes que não sejam capazes de suprir suas necessidades por via oral.
Deve-se insistir na via oral, fracionando melhor as refeições, modificando a consistência da dieta e variando a alimentação para evitar monotonia. Mesmo com todos esse ajustes deve-se procurar um nutricionista para suplementação

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